De acordo com uma pesquisa realizada por técnicos da Secretaria Municipal de Economia (Secon), o consumo de produtos orgânicos está em alta em Belém
Cerca de 90% dos consumidores entrevistados na última feira de produtos do gênero, realizada no dia 8 deste mês, na Praça Batista Campos aprovaram a iniciativa. Mais da metade deles sugeriu que a feira deve acontecer mensalmente e 60% considerou boa a variedade de produtos colocados à venda. O preço também foi outro atrativo para os visitantes - 60% dos entrevistados acham que os preços estão bem acessíveis.
A pesquisa também ouviu os produtores de orgânicos. Quase 90% afirmam que o público gostou do evento, e que 67% dos consumidores procuraram por produtos não ofertados na feira. Os dados levantados pela equipe da Secon apontam ainda que 78% dos produtores fazem parte de alguma organização social.

Para atender a demanda crescente no consumo de produtos orgânicos na cidade, a secretaria pretende implantar o projeto de ecomercado, espécie de central de abastecimento para esses tipos de alimentos, nos mercados municipais de Santa Luzia e Jurunas. A medida poderá beneficiar cerca de 100 pequenos agricultores paraenses, 30 deles dos distritos e região das ilhas de Belém.
O Ecomercado de Santa Luzia deve solucionar um dos maiores entraves enfrentados pelos produtores de orgânicos no Estado: o escoamento da produção. E ainda facilitar a certificação do produto, através da criação de um selo que permitirá a esse produtor comercializar seus alimentos em redes de supermercados. O projeto também valorizará os mercados municipais, que foram construídos na década de 40. “É mais uma forma de valorizarmos o patrimônio histórico da cidade” justifica o secretário municipal de Economia, João Amaral.
Os ecomercados devem abrir espaço também para a comercialização de artesanato, farmácia artesanal, produtos feitos a partir da reciclagem e reaproveitamento de materiais; serviços de reparos - como consertos de calçados, bolsas e outros artefatos, revistaria, floricultura, boutiques de carnes, peixes e frutos do mar, além de praça de alimentação, restaurante natural e regional, café regional e tacacaria.
Fonte:www.portaldoagronegocio.com.br
Twist, suco orgânico em embalagem sustentável.
Twist, suco orgânico desenvolvido por “The Big Squeeze Fresh Juice Co”, tem sua embalagem primária produzido com 35% de material reciclado. E para ajudar a reciclar, o frasco, a tampa e o rotulo são feitos com o mesmo material, polipropileno. Fazendo com que 100% do produto possa ser reciclado.
O frasco é feito para que o produto fresco tenha uma vida útil de 5 meses.
Eles ajudam a campanha “Walk the Walk” para o câncer de mama, dando suco no dia da caminhada.
A empresa tem o ISO 14001, que cria parâmetros para se trabalhar de forma ambientalmente responsável.
Cereal orgânico Jordans com embalagem ecológica.

A embalagem é feita de 2 tipos de biopolímero. A camada branca interna é do filme Mater-Bi de Novamont (www.materbi.com). A camada externa é impresso no lado invertido do NatureFlex filme de Innovia Films (www.innoviafilms.com).
Mater-Bi é biodegradável e compostável de amido de milho e NatureFlex é fabricado a partir de polpa de madeira renovada proveniente de plantações certificadas.
Fonte: http://embalagemsustentavel.wordpress.com/
Eis uma cerveja pilsen feita exclusivamente com produtos orgânicos.É uma cerveja muito saborosa, com uma bonita cor dourada (mais escura que as outras pilsen, chegando a lembrar a tonalidade do guaraná. quando comparada com outras cervejas.
Tem 4,8% de álcool, espuma branca de média duração, além de ser feita exclusivamente com produtos orgânicos, o que garante muito mais sabor.
Público escolhe o selo dos produtos orgânicos.
O selo vencedor entra em vigor treze meses após a publicação no Diário Oficial da União (DOU). Neste período, os produtores podem se regularizar no Mapa. A expectativa é que o consumidor encontre produtos com selo único de orgânicos nos supermercados, já no primeiro semestre de 2010.
O coordenador de Agroecologia do Mapa, Rogério Dias, destaca que o selo indicará que o produto está dentro de normas e é avaliado por entidade credenciada pelo Ministério da Agricultura. “É selo de referência já utilizado nos Estados Unidos, no Japão e na Europa”, complementa ele.
Confira o resultado pela votação do público aqui.
Por Vida Sustentável, com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Fonte: http://vidasustentavel.com/O que é orgânico?

Esta palavra está acompanhando muitos rótulos de alimentos e por vezes nos perguntamos se será moda ou propaganda para vender. Podem até ver que os produtos assim rotulados são mais caros, refletindo um gosto mais apurado do consumidor, que deverá arcar com este ônus.
Na agricultura orgânica, a observação da natureza e as pesquisas formaram conceitos e indicações de procedimentos, procurando reproduzir o que acontece naturalmente na natureza quando não há intervenção de humanos.
Nos campos não há uma espécie somente e a diversidade encontrada é o que tenta-se reproduzir, evitando a monocultura.
Também não se cultiva a mesma planta sempre no mesmo lugar.
É recomendado trocar a produção de folhosas por tubérculos ou por leguminosas.
Por exemplo: onde você produziu alfaces, poderá na cultura seguinte escolher cenouras ou então ervilhas e feijão-vagem.
As leguminosas têm capacidade de ajudar na fixação do nitrogênio no solo, beneficiando as outras culturas seguintes.



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